Copiei esse texto da Andreia Guidarelli e compartilho da mesma opinião.
Beijos, boa leitura e bom domingo!
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Existe um assunto que causa muita polêmica por aqui: parto normal X cesárea.
Semana passada uma querida colega de trabalho teve sua princesa em um parto totalmente natural e tudo correu de forma perfeita. Eu chorei lendo o seu relato e vendo as fotos daquele momento tão sublime. Uma amiga querida, Aline Rabello tb teve seu baby de parto normal e tb correu tudo bem. Acho que a experiência deve ser fantástica. De verdade. Mas eu não tive segurança suficiente para experimentá-la.
Cerca de um mês e meio antes de eu ter Valentina uma outra amiga muito amada perdeu sua netinha em um parto normal. A nora dela tem a mesma idade que eu, a gravidez foi 100% normal como a minha e infelizmente na hora do parto algo deu errado e o bebê não sobreviveu. Isso me impactou o suficiente para que eu optasse pela cesárea porque até então eu estava dividida sobre o nascimento de Valentina. Mas eu tomei essa decisão sozinha, acreditando que teria mais segurança para meu bebê assim. Essa foi a minha escolha e foi respeitada por todos. Repito: eu cheguei a essa conclusão sozinha. Ouvi muitas opiniões, mas no final foi minha decisão. Foi correta pra mim. Só isso.
Valentina nasceu, sim ela nasceu, não foi extraída como algumas pessoas insistem em afirmar... Nasceu linda, mamou exclusivamente no seio até os seis meses. Mama até hoje (mas isso tb não é demérito pra quem não amamenta ou amamentou).Não teve nenhuma infecção ou doença grave. É saudável, arisca e muito esperta.
E é assim que as coisas caminham: algumas tem parto normal, outras totalmente natural, algumas tentam o normal e terminam na cesárea, outras optam por ela desde o início e algumas tem filhos pelo coração.
Aí chegamos onde eu queria.... Tenho uma cliente que virou amiga e que desde que a conheci ela falava: "comece a pensar numa festa onde o tema seja amor pra quando meu filho ou filha chegar". Isso faz quase três anos... E a pouco tempo ele chegou. Lindo! Sorridente, esperto e feliz. E o parto? Não houve. Não entre eles. O cordão umbilical era o amor. O amor que ela já sentia por ele antes mesmo de se conhecerem.
Meu marido usa uma expressão muito bonita pra se declarar pra mim. Ele diz: sempre te amei... Um dia eu perguntei a ele o que isso realmente significava e ele me respondeu que Deus prepara nossos corações pra amarmos as pessoas que são nossas. Mesmo antes de as conhecermos já as amamos. É assim com as mães que adotam com amor... E não há parto.
Então minhas Amoras, vamos julgar menos, vamos amar mais. Não digam que o "feto foi extraído em uma cesárea" porque isso soa como agressão. Magoa. O momento em que me encontrei com minha Valentina pela primeira vez foi mágico! Assim como deve ser quando uma mãe que adota encontra seu amor tão aguardado. Assim como deve ser quando seu bebê nasce de forma natural. O que importa é o encontro....
E o que é feito após isso. Porque uma mãe não é determinada pela forma como encontrou-se com seu filho pela primeira vez. Uma mãe é definida por quatro verbos: cuidar, proteger, ensinar e amar. E só.
Beijos meus!
Andreia Guidarelli
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domingo, 15 de junho de 2014
quarta-feira, 5 de maio de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Aos que não casaram,
Aos que vão casar,
Aos que acabaram de casar,
Aos que pensam em se separar,
Aos que acabaram de se separar.
Aos que pensam em voltar...
Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja.
O AMOR É ÚNICO,
como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.
A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue,
A SEDUÇÃO
tem que ser ininterrupta...
Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança, acabamos por sepultar uma relação que poderia
SER ETERNA
Casaram. Te amo pra lá, te amo pra cá. Lindo, mas insustentável. O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas.
Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes, nem necessita de um amor tão intenso. É preciso que haja, antes de mais nada,
RESPEITO.
Agressões zero.
Disposição para ouvir argumentos alheios. Alguma paciência... Amor só, não basta. Não pode haver competição. Nem comparações. Tem que ter jogo de cintura, para acatar regras que não foram previamente combinadas. Tem que haver
BOM HUMOR
para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades.
Tem que saber levar.
Entre casais que se unem , visando à longevidade do matrimônio, tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um.
Tem que haver confiança. Certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou. É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão.
E que amar "solamente", não basta.
O amor é grande, mas não são dois.
Tem que saber se aquele amor faz bem ou não, se não fizer bem, não é amor. É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência.
O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.
Um bom Amor aos que já têm!
Um bom encontro aos que procuram!
E felicidades a todos nós!
Texto de: ARTUR DA TÁVOLA
Aos que vão casar,
Aos que acabaram de casar,
Aos que pensam em se separar,
Aos que acabaram de se separar.
Aos que pensam em voltar...
Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja.
O AMOR É ÚNICO,
como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.
A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue,
A SEDUÇÃO
tem que ser ininterrupta...
Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança, acabamos por sepultar uma relação que poderia
SER ETERNA
Casaram. Te amo pra lá, te amo pra cá. Lindo, mas insustentável. O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas.
Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes, nem necessita de um amor tão intenso. É preciso que haja, antes de mais nada,
RESPEITO.
Agressões zero.
Disposição para ouvir argumentos alheios. Alguma paciência... Amor só, não basta. Não pode haver competição. Nem comparações. Tem que ter jogo de cintura, para acatar regras que não foram previamente combinadas. Tem que haver
BOM HUMOR
para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades.
Tem que saber levar.
Entre casais que se unem , visando à longevidade do matrimônio, tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um.
Tem que haver confiança. Certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou. É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão.
E que amar "solamente", não basta.
O amor é grande, mas não são dois.
Tem que saber se aquele amor faz bem ou não, se não fizer bem, não é amor. É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência.
O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.
Um bom Amor aos que já têm!
Um bom encontro aos que procuram!
E felicidades a todos nós!
Texto de: ARTUR DA TÁVOLA
domingo, 18 de outubro de 2009
Pessoal.... esse texto é um pouco antigo, mas recebi novamente e acho ele o máximo e por isso decidi dividir com vocês aqui! Espero que gostem!
Beijos e boa semana!
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Prova de redação
Num processo de seleção, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta: Você tem experiência?
A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e ele com certeza será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia, e acima de tudo por sua alma.
REDAÇÃO VENCEDORA:
Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar, já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo. Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.. Já passei trote por telefone. Já tomei banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo. Já confundi sentimentos. Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de esquecer. Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra roubar fruta, já caí da escada de bunda. Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante. Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um 'para sempre' pela metade. Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita:
'Qual sua experiência?'.
Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência. Será que ser 'plantador de sorrisos' é uma boa experiência? Não! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!
Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta:
''Experiência? Quem a tem, se a todo momento tudo se renova?''
Beijos e boa semana!
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Prova de redação
Num processo de seleção, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta: Você tem experiência?
A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e ele com certeza será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia, e acima de tudo por sua alma.
REDAÇÃO VENCEDORA:
Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar, já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo. Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.. Já passei trote por telefone. Já tomei banho de chuva e acabei me viciando. Já roubei beijo. Já confundi sentimentos. Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido. Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro, já me cortei fazendo a barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus. Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de esquecer. Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra roubar fruta, já caí da escada de bunda. Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante. Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado, já me joguei na piscina sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes os meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar. Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar. Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme jardim. Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um 'para sempre' pela metade. Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da emoção, guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita:
'Qual sua experiência?'.
Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência. Será que ser 'plantador de sorrisos' é uma boa experiência? Não! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!
Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta:
''Experiência? Quem a tem, se a todo momento tudo se renova?''
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Vídeo::::: THE PEN STORY
Meus queridos visitantes::::
Vejam este vídeo que legal!
http://s-fun.com/the-olympus-pen-awesome-work
Espero que gostem!
Beijos
Vejam este vídeo que legal!
http://s-fun.com/the-olympus-pen-awesome-work
Espero que gostem!
Beijos
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